Sala de reunião executiva ao entardecer com vista para a cidade

Reestruturação · Crise · Soerguimento

Quando a crise é grave, a empresa não precisa de opinião. Precisa de método.

Mais de 15 anos conduzindo recuperação judicial, recuperação extrajudicial e turnaround de empresas de médio e grande porte — do controle imediato do caixa ao crescimento estruturado depois da virada.

15+
anos de atuação em crise empresarial
R$ bilhões
em dívidas renegociadas ao longo da trajetória
R$ 2M+
faturamento mensal mínimo dos clientes
13
semanas — horizonte do nosso caixa de guerra

A jornada

Da ambulância à alta médica — e ao condicionamento depois dela

Uma empresa à beira da falência é um paciente em estado crítico. Não se trata com palestra: trata-se com protocolo, equipe e sequência. Esta é a nossa.

  1. 01 · Ambulância e paramédico

    Emergência

    Primeiras 72 horas. Contenção de caixa, mapeamento do que vence esta semana e bloqueio das hemorragias óbvias.

  2. 02 · Terapia intensiva

    UTI

    Estabilização: caixa de 13 semanas, comitê de crise semanal, medidas judiciais de urgência e stay period.

  3. 03 · Exames e laudos

    Diagnóstico

    Laudo econômico-financeiro, reconstrução do DRE gerencial e de um ERP que finalmente diga a verdade.

  4. 04 · Plano terapêutico

    Tratamento

    Plano de recuperação, renegociação com credores e cirurgia de custo — feita com bisturi, não com machado.

  5. 05 · Crédito e capital

    Medicação

    FIDC, securitizadoras, DIP finance e venda de ativos não operacionais para devolver fôlego ao caixa.

  6. 06 · Gestão interina

    Fisioterapia

    CRO ou CFO interino no comando da execução, com direção sênior por trás e metas auditáveis.

  7. 07 · Condicionamento

    Alta e treino

    Governança, estrutura de capital e crescimento estruturado — para não voltar à UTI daqui a três anos.

Triagem

Em que estágio está a sua empresa?

O prognóstico muda drasticamente conforme o momento da chegada. Sintoma se corrige; emergência se contém. O que não existe é tempo neutro.

Fazer a triagem confidencial

Sintoma

  • Margem caindo com receita mantida
  • Prazo de fornecedor encurtando
  • Fechamento contábil atrasado ou incoerente

Quadro agudo

  • Dívida bancária rolando só com juros
  • Protestos e notificações recorrentes
  • Folha e tributos pagos fora do prazo

Emergência

  • Execução judicial ou penhora em curso
  • Conta bancária bloqueada
  • Ruptura de caixa prevista em semanas

A cadeira do dono

Decidir sozinho é o que mais cansa — e o que mais custa caro

Quase nenhum empresário fala abertamente sobre isso. Não é falta de coragem: é que a conta de errar recai sobre a casa, a família e o nome. Com consultoria, a decisão continua sendo sua — mas deixa de ser solitária.

Perder o que levou anos para construir

Imóvel, reserva, o nome da família. Quando o aval pessoal entra em jogo, a empresa deixa de ser a única em risco. Existe muito a fazer — mas a janela fecha rápido.

Tomar a decisão errada e acelerar a queda

Boa parte dos danos irreversíveis vem de decisões tomadas no susto: crédito caro, ativo vendido barato, acordo assinado sem leitura. Decisão sob método erra menos.

Perder o controle da empresa

Recuperação não significa entregar a cadeira. O comando permanece com o acionista; o que muda é o rigor da informação e a disciplina de execução ao lado dele.

Ser exposto no mercado

Fornecedor, banco e concorrente falando da sua crise é o que mais assusta. Trabalhamos sob sigilo e com plano de comunicação — a conversa inicial não deixa rastro.

Não ter com quem falar sobre isso

Não dá para dividir com a equipe, nem sempre com a família, quase nunca com o sócio. A cadeira do dono é solitária — e o silêncio custa meses preciosos.

Descobrir tarde demais que era reversível

A frase mais comum na primeira reunião é: 'se eu tivesse chamado seis meses atrás'. O prognóstico é uma função do tempo de chegada.

Atendemos um recorte específico de empresa

Trabalhamos com empresas de faturamento acima de R$ 2 milhões por mês. Esse recorte não é vaidade: reestruturação séria exige estrutura mínima de gestão, dados operacionais e capacidade de execução. Abaixo disso, o trabalho vira socorro — e socorro não recupera empresa.

  • Dívida bancária e tributária relevante
  • Execuções, protestos ou bloqueios em curso
  • Margem em queda com receita mantida
  • Sucessão, sócios em conflito ou governança frágil

Gestão interina

Alguém precisa assumir o plantão. Normalmente somos nós.

Em quadros graves não basta recomendar: é preciso executar. Colocamos um CRO ou CFO interino no comando financeiro, com direção sênior por trás — o consultor na beira do leito, a experiência supervisionando o caso.

  • Comando do caixa, dos pagamentos e da negociação bancária
  • Comitê de crise semanal com o acionista e o conselho
  • Plano de 100 dias com metas auditáveis e prazo de saída definido

Você não é o empresário?

Muitas vezes quem pede ajuda primeiro é quem está ao lado

Vergonha é parte do quadro clínico. É comum o contador, o advogado, o filho ou o sócio nos procurarem antes do próprio dono — e isso não tem nada de deslealdade: é o que costuma antecipar o tratamento em meses.

Falar em nome de alguém, com discrição

Contador

Você vê o número antes de todo mundo: fechamento atrasando, tributo em atraso, margem sumindo. Podemos conversar primeiro entre técnicos, sem que o cliente se sinta exposto.

Advogado

Enquanto a defesa segura execução e penhora, alguém precisa reorganizar caixa e viabilidade. Atuamos ao lado do escritório, sem disputar o cliente.

Família ou sócio

Quem convive percebe antes: o sono, o silêncio, as reuniões que não terminam. Uma conversa inicial reservada pode ser marcada por você, sem compromisso.

O que fazemos

Da mesa de negociação com credores à decisão baseada em dado confiável

Recuperação Judicial

Condução técnica do processo do pedido ao plano homologado: laudos, plano de soerguimento, negociação com credores e gestão do stay period.

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Recuperação Extrajudicial e Renegociação

Quando ainda há tempo de negociar fora do tribunal: acordo com credores relevantes, alongamento de dívida e homologação do plano.

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Renegociação de Dívidas

Bilhões de reais em dívidas já renegociadas: bancos, fornecedores, fundos, tributos e trabalhistas. Redesenhamos o passivo para caber no caixa real da empresa — e blindamos o acordo para ele durar.

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Turnaround e Gestão de Crise

Assumimos o comando financeiro nos primeiros 30 dias: caixa sob controle, corte cirúrgico de custos e recuperação de margem.

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Capital e Estruturação Financeira

Acesso a fundos FIDC, securitizadoras e investidores parceiros para dar fôlego ao caixa e financiar o soerguimento.

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Avaliação Patrimonial e Risco

O que foi construído em vinte anos pode ser alcançado por uma execução de terça-feira. Mapeamos a exposição do patrimônio pessoal e societário e o que ainda dá para fazer — legalmente e a tempo.

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Reestruturação Tecnológica

Crise também é problema de informação. Reorganizamos ERP, dados e controles para que a decisão pare de ser feita no escuro.

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Inteligência Artificial e Análises

Modelos de análise que antecipam ruptura de caixa, medem risco de crédito da carteira e simulam cenários do plano.

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Crescimento Estruturado

Depois da crise — ou antes dela. Crescer com governança, capital adequado e risco medido, sem repetir o erro que quebra empresas.

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Renegociação de dívidas

Renegociação de dívidas e estratégia de soerguimento

Dívida não se resolve pagando mais rápido: resolve-se mudando o desenho dela. Já foram bilhões de reais renegociados ao longo da nossa trajetória — bancos, fornecedores, fundos, tributos e credores trabalhistas — sempre com a mesma disciplina: primeiro entender a capacidade real de pagamento, depois sentar à mesa.

1. Raio-X do endividamento

Cada contrato aberto: saldo, taxa, garantia, aval, cláusula de vencimento antecipado e quem realmente decide do outro lado. Sem esse mapa, toda negociação vira concessão.

2. Capacidade real de pagamento

O caixa de 13 semanas e a projeção de 36 meses definem quanto a empresa pode pagar sem voltar a quebrar. É esse número — e não a pressão do credor — que ancora a proposta.

3. Estratégia por classe de credor

Banco, fornecedor estratégico, fundo, fisco e trabalhista têm interesses diferentes. Cada um recebe uma proposta desenhada para o que ele valoriza: prazo, garantia, previsibilidade ou caixa imediato.

4. Mesa conduzida por quem já sentou nela

Deságio, carência, alongamento, troca de garantia, conversão em participação, dação em pagamento e novo funding. A negociação é técnica, documentada e conduzida em bloco — não credor a credor, no desespero.

5. Blindagem do acordo

Acordo fechado vira instrumento jurídico, covenant monitorado e rotina de cumprimento. Renegociação que não é acompanhada volta como execução em doze meses.

Alavancas que usamos na mesa

  • Deságio sobre juros e encargos acumulados
  • Alongamento de prazo com carência de principal
  • Troca e liberação de garantias e avais pessoais
  • Transação tributária federal e estadual
  • Conversão de dívida em participação ou receita futura
  • Novo funding (FIDC, securitizadora, DIP) para viabilizar o acordo
Ver como estruturamos a negociação

Inteligência artificial e análises

A crise raramente começa na dívida. Começa no número errado.

Reorganizamos ERP, custo e fechamento gerencial e aplicamos modelos de previsão sobre base limpa: ruptura de caixa antecipada em semanas, risco de crédito por cliente e simulação de cenários do plano de recuperação.

  • Previsão de caixa com alerta antecipado de insolvência
  • Score de risco da carteira e concentração de clientes
  • Simulação de cenários do plano com sensibilidade a preço e prazo
  • Painéis executivos com leitura diária do negócio
Painel de análise financeira com curvas de fluxo de caixa

Setores

Experiência acumulada onde a crise tem lógica própria

Lavoura de soja no Brasil vista do alto durante a colheita
Agronegócio — safra, CPR e barter
Chão de fábrica industrial com maquinário pesado
Indústria — margem, capacidade e passivo

Agronegócio

Produtores, revendas de insumos, cerealistas e agroindústrias. Safra travada, dívida bancária e CPR renegociadas com quem entende o ciclo.

Indústria

Metalmecânica, alimentos, químicos e transformação. Margem, capacidade ociosa e passivo tributário tratados na mesma mesa.

Construção e Incorporação

Obras paradas, SPEs, distratos e financiamento à produção. Reorganização societária e retomada de cronograma.

Franquias e Varejo

Redes com unidades deficitárias, franqueadora em crise e conflito com franqueados. Saneamento da rede e recomposição de royalties.

Serviços e Logística

Empresas intensivas em pessoas e frota, com contratos longos e margem apertada. Renegociação de contratos e reprecificação.

Distribuição e Atacado

Capital de giro consumido por estoque e prazo. Reestruturação de funding, FIDC e política de crédito.

Ecossistema

Capital, direito e contabilidade na mesma mesa

Fundos FIDC e securitizadoras — a nutrição

Rede de fundos parceiros para antecipação de recebíveis, capital de giro estruturado e aporte em empresas em soerguimento. Sem nutrição, nenhum paciente se recupera.

Advogados especialistas em crise — a defesa

Escritórios com atuação consolidada em insolvência, contencioso tributário, trabalhista e societário. Seguram a pressão externa enquanto a empresa é tratada.

Contadores e peritos — os exames

Contabilidade de crise, perícia econômico-financeira, laudos e conformidade fiscal. É o exame de sangue que sustenta o plano diante do juízo e dos credores.

Cases e resultados

O que muda, em quanto tempo — sem promessa de milagre

Casos reais anonimizados por acordo de confidencialidade. O caixa se estabiliza em semanas; a reestruturação completa leva anos. Quem prometer menos que isso não está falando de reestruturação.

Agronegócio · revenda de insumos

R$ 8M/mês

Quadro na chegada

Dívida bancária e de CPR rolando só com juros, duas execuções em curso e caixa projetado para sete semanas.

Intervenção

Caixa de 13 semanas e comitê semanal na primeira quinzena; recuperação extrajudicial homologada com os credores financeiros relevantes e antecipação de recebíveis via FIDC parceiro.

7 semanas de caixa

5 meses de caixa projetado

Dívida 4,1x EBITDA

Dívida 2,3x EBITDA

2 execuções ativas

Acordo homologado

Estabilização do caixa
90 dias
Homologação do acordo
11 meses
Ciclo completo até a alta
2 anos e 7 meses (em curso no 3º ano)

Indústria · metalmecânica

R$ 14M/mês

Quadro na chegada

Margem corroída por mix errado, passivo tributário relevante e fechamento contábil com três meses de atraso — decisão tomada no escuro.

Intervenção

Recuperação judicial com stay period, CFO interino no comando financeiro por 14 meses, reimplantação do ERP e reprecificação de linha por margem de contribuição.

Margem de contribuição 11%

Margem de contribuição 23%

Fechamento com 90 dias de atraso

Fechamento no 5º dia útil

Sem projeção de caixa

Previsão semanal com alerta antecipado

Contenção e stay period
primeiras 4 semanas
Plano aprovado em AGC
13 meses
Cumprimento do plano
horizonte de 6 anos, no 4º ano de execução

Franquias · rede de varejo

R$ 3,5M/mês

Quadro na chegada

Um terço das unidades deficitárias, royalties inadimplentes e conflito aberto com franqueados; sócio decidindo sozinho havia dois anos.

Intervenção

Saneamento da rede com fechamento e repasse de unidades, renegociação privada com locadores e fornecedores, governança com conselho consultivo e sucessão desenhada.

31% das unidades no prejuízo

9% das unidades no prejuízo

Inadimplência de royalties 27%

Inadimplência de royalties 6%

Sem foro de decisão

Conselho consultivo mensal

Diagnóstico e triagem da rede
45 dias
Renegociação e saneamento
18 meses
Retomada de crescimento
a partir do 3º ano

Resultados passados não garantem resultado futuro. Cada caso depende de viabilidade operacional, disposição dos credores e tempo de chegada — por isso o diagnóstico vem sempre antes de qualquer promessa.

Conteúdo técnico

Leitura para quem decide sob pressão

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Perguntas frequentes

Qual o perfil de empresa que a HTEK Partners atende?
Atendemos empresas de médio e grande porte, com faturamento acima de R$ 2 milhões por mês. Esse recorte existe porque uma reestruturação séria exige estrutura mínima de gestão, dados e capacidade de execução.
Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial?
Na recuperação judicial o processo corre em juízo, com suspensão das execuções (stay period) e submissão de praticamente todos os credores ao plano. Na extrajudicial a negociação é privada, mais rápida e discreta, e o plano é homologado com adesão qualificada de credores. A escolha depende do perfil da dívida, do tempo disponível e da relação com os credores.
Em quanto tempo vocês entram em operação?
Depende do escopo. Num projeto exclusivo de diagnóstico o trabalho anda mais rápido, porque não é preciso acalmar a empresa ao mesmo tempo; numa reestruturação completa o diagnóstico caminha junto com a estabilização. Em situações de urgência — bloqueio de contas, execução iminente, ruptura de caixa — montamos o comitê de crise e o caixa de 13 semanas na primeira semana.
Vocês conseguem trazer capital para a empresa?
Sim. Trabalhamos com fundos FIDC, securitizadoras e investidores parceiros para estruturar capital de giro, antecipação de recebíveis, DIP finance e aporte em empresas em recuperação, sempre condicionado à viabilidade do plano.
O que é reestruturação tecnológica e por que ela entra num processo de crise?
Boa parte das empresas em crise decide com informação errada: ERP mal implantado, DRE gerencial inexistente, estoque e custo desatualizados. Reorganizamos sistemas, dados e controles para que o plano seja construído sobre números confiáveis.
Vocês atendem em todo o Brasil?
Sim. A base é em São Paulo e a atuação é nacional, com presença presencial recorrente em SP, MG, GO, MT, PR e RS.

Em crise, cada semana de espera custa uma alternativa.

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